A Volta a Portugal 2025 marca o regresso do Montejunto como etapa de montanha decisiva — na véspera do contrarrelógio final. Descobre por que pode decidir a camisola amarel
🏔️ Um regresso com impacto
A Volta a Portugal 2025 traz de volta a subida ao Montejunto, uma montanha já conhecida do pelotão nacional, mas que há muito não era incluída no percurso da prova rainha.
Este ano, assume um papel tático inédito: é a penúltima etapa, antes do decisivo contrarrelógio em Lisboa.
🗓️ Etapas de montanha redefinidas
Etapa 4 – Senhora da Graça (10 agosto):
Mantém o seu papel como primeira grande seleção de favoritos.
Etapa 7 – Torre (14 agosto):
Etapa rainha da Volta, subida mais dura e longa.
Etapa 9 – Montejunto (16 agosto):
Última etapa em linha, onde poderá ficar tudo decidido antes do CRI.
🔍 O que torna Montejunto tão importante em 2025?
A sua posição no percurso dá-lhe enorme peso na classificação geral
O perfil da subida exige força e explosão — ideal para ataques curtos e mortíferos
A proximidade do contrarrelógio final obriga os favoritos a arriscar aqui, se estiverem a segundos da camisola amarela.
⚔️ Uma nova abordagem tática
Em vez da Senhora da Graça fechar o bloco de montanha, como era habitual, o Montejunto passa a ser a última oportunidade real para fazer diferenças em subida.
Isso muda a forma como as equipas vão planear a Volta:
Maior gestão nas primeiras etapas;
Ataques mais calculados;
Expectativa de uma Volta decidida na última montanha.
| Etapa | Subida | Distância/Inclinação | Impacto |
| Etapa 4 | Senhora da Graça | ~8 km / 6% | Seleção inicial |
| Etapa 7 | Torre (Serra Estrela) | ~30 km / até 10% | Etapa rainha |
| Etapa 9 | Montejunto | ~10 km / rampas >10% | Última oportunidade |